"Maria Clara Paixão de Sousa, modernosa filóloga, une o difícil ao impossível, testando a recuperação de um corpus infinitamente distante na voz impressa através de mecanismos de análise lingüístico-computacional, embora o resultado possa ser quase cabalístico, no sentido das múltiplas leituras e aconchegos de uma voz que ficou perdida na história dos séculos XVI a XIX".

Era a apresentação do meu trabalho apresentado em 2005 à revista Texto Digital, da UFSC.
Gente!!!
Mas tem o novo número (3, meu artigo era no 2), recomendo:
http://www.textodigital.ufsc.br














